A baixa autoestima costuma vir com um conjunto de crenças centrais: "não sou bom(o) o suficiente", "vou falhar" ou "não mereço". Essas crenças moldam escolhas, evitamentos e padrões relacionais.

Como identificar

  • Comparações frequentes que geram desconforto;
  • Dificuldade em aceitar elogios ou atribuí-los a sorte;
  • Medo de arriscar por receio de falhar;
  • Autocrítica severa após pequenos erros.

O que a terapia faz

No trabalho terapêutico, identifica-se a origem dessas crenças, testam-se hipóteses alternativas, praticam-se comportamentos de enfrentamento e fortalece-se uma identidade mais compassiva.

Exercício prático

Tente anotar 3 pequenas conquistas por dia durante 2 semanas. Ao final, releia e perceba evidências contrárias à autocrítica.

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